"Caiu uma bomba na literatura mundial."
Kenneth Singh

"Uma obra avassaladora."
João Alberto dos Santos
 
"A escrita tenta sempre novos caminhos; a escrita experimenta e, ela própria, lê."
Gonçalo M. Tavares


"Revolucionário. Um livro que transforma a existência como um murro indefensável."
António Marques Ferreira



"A escrita de Nuno Viana domina como nenhuma outra a perigosa arte de estilhaçar o pensamento convencional com a força de metáforas certeiras, narrativas não-lineares e um caleidoscópio de mundividências fragmentárias e surreais. Original, poderosa, inconfundível na sua exuberância, a escrita de um jovem autor que tem o hábito de fazer das suas obras um monumento aos prodígios da imaginação e do talento."
Rui Vieira da Cunha 


"O desmoronar dos alicerces das certezas mais elementares, uma leitura radical da condição humana." 
Álvaro Cao 


"As sonoridades dos textos [neste texto há muitos textos] de Nuno Viana são um regalo para o leitor. Quem tiver liberdade de vagabundear por eles [sem bússola nem plano de viagem] há-de experimentar o prazer das grandes histórias." 
Nuno Higino


"Soberbo. Total. Um grito de génio." 
Jane Zimmer 

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Excerto da obra:  

A pedra está vazia de sonho, relembra ele. A pedra não sabe o meio do caminho. Não aspira à margem. A diferença existe, por enquanto, na minha mão. Para cair da Lua pensou em beber o amor do corpo dela. Mangais formosos jaziam na coluna. E percorrer na unha como no arame da ardência. Descendo para a palavra cantada para dentro de ti. Linguística como um fruto maduro. Valsa sem julgamento, amor meu. E suspirou. Fincou os dentes na penugem, mutilou o mar como se braços. Plantou a semente de muitas chuvas sem memória. As gotas batendo como pedras nos silêncios dos funerais. E aí pressentiu a educação da célula, como um homem inteiro à espera dos mandamentos. E aí pensou buracos negros como portais entre universos, e a conjunçao de todos os mundos como um braço, um lábio, um cabelo azul de um corpo maior sem limite anseando por ela depois do mar, em acordes de madeira numerada, lagrimando mundos de eterno juramento. Amor princípio. Amor final. Como pensar o que não precisa de palavras?

Pequena Sinopse:

Um manifesto de trajectória última. A língua soletrada no abismo vislumbrado, revelando telúrica. Primero volume de um longo projecto literário Terra Sonora, Sonambular derrama do centro íntimo de um pastor da verdade possível pelos abismos, desferindo contra os limites de uma vida resignada aos limites da linguagem física. Amor muito. Agonia de tão profundamente racional. Anjos caindo, bárbaros, ternos, revelando coordenadas de outros mundos. Um manifesto pela redenção de uma humanidade verdadeira. Como só, poesia.

Nota do Autor:

Se alguma vez for anunciado que cometi suicídio, que desapareci, que fui institucionalizado, que me vendi financeiramente ou ideologicamente a qualquer agência, facção, partido ou religião, eu declaro que essas afirmações são falsas e fabricadas.

O conhecimento exige a verdade. A Humanidade constrói-se na e pela verdade. Da inabalável solidez dos factos. Não existem degraus acima desta fonte. O segredo é desvio, a mentira uma promessa sem rumo. Chegou o tempo da revelação, da verdade aberta, da insurreição sonora e fundamental, do advento palpável a preencher como um arco. Chegou o tempo da liberdade sobre a força. Chegou o tempo de não ter tempo para mais demora. De destituir a ignorância do trono, com a ciência da dádiva, com o poder renascido na língua das crianças. Chegou o tempo de sermos, outra vez.

Não pretendo proclamar direitos sobre qualquer verdade. Não pretendo infligir qualquer espécie de dor ou mágoa sobre as pessoas e suas crenças. Pretendo apenas instalar a dúvida. A interrogação exigida para este tempo em que vivemos, onde é cómodo não pensar, onde é promovido seguir sem duvidar. Duvidar é o primeiro degrau para o conhecimento. Conhecimento é a maior forma de poder disponível ao Homem. O meu trabalho é um meio, não um fim. Um instrumento de combate contra uma ilusão demolidora que precisa de acabar.
Aqui, respirem o primeiro ar limpo. Porque no fundo, é o amor que importa ao infinito.

Declarações de Sargento Robert Dean

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Edgar Mitchell UFO interview on Kerrang Radio 23 july 2008

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